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21/08/2026

Quando o crédito fica mais seletivo, o microcrédito ganha ainda mais importância

O aumento da seletividade no mercado de crédito brasileiro acende um alerta especialmente para quem está na base da economia.

Reportagem publicada pelo BlockTrends chama atenção para o movimento dos grandes bancos de priorizar operações com mais garantias e clientes de maior renda, em um cenário de maior preocupação com endividamento e inadimplência. O próprio veículo já vinha apontando a deterioração dos indicadores de crédito e a pressão sobre as instituições financeiras.

Para a Credisol, esse cenário reforça uma convicção construída ao longo de sua trajetória: ser responsável na concessão não significa deixar de acreditar no pequeno empreendedor. Significa conhecê-lo melhor. É justamente nesse espaço que o Microcrédito Produtivo e Orientado demonstra sua importância.

Mais do que conceder crédito, conhecer quem empreende

Muitos pequenos empreendedores não possuem grandes garantias, renda formal elevada ou um histórico financeiro que se encaixe perfeitamente nos modelos tradicionais de crédito. Isso não significa, necessariamente, que não tenham um negócio viável ou capacidade de pagamento.

São comerciantes, prestadores de serviços, produtores e trabalhadores por conta própria que movimentam diariamente a economia de suas cidades.

Por isso, o microcrédito possui uma metodologia própria.

O Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) foi estruturado justamente para fomentar e financiar atividades produtivas. A legislação atual reconhece o microcrédito como instrumento destinado ao financiamento dessas atividades e mantém a orientação como elemento central dessa política.

Na Credisol, esse compromisso se materializa principalmente na atuação de quem está na ponta.

De agente de crédito a agente de desenvolvimento

O agente não está presente apenas para oferecer um empréstimo.

Ele conhece o território, aproxima-se do empreendedor, compreende a realidade do negócio e suas necessidades, orienta o uso responsável do crédito e, para além do recurso financeiro, leva conhecimento e educação empreendedora para fortalecer a gestão e o desenvolvimento do negócio.

Por isso, na Credisol, buscamos fortalecer um conceito que traduz melhor essa missão: o agente de crédito é, antes de tudo, um agente de desenvolvimento.

Essa atuação está alinhada à essência do PNMPO, cuja metodologia historicamente valoriza o relacionamento com o empreendedor e a orientação sobre as necessidades de crédito e gestão do negócio.

A tecnologia pode tornar processos mais rápidos e eficientes. Os dados são fundamentais para uma boa decisão de crédito. Mas, no microcrédito, existe algo que continua fazendo diferença: conhecer a realidade por trás dos números.

Crédito produtivo também é dignidade

Quando um pequeno empreendedor consegue comprar mercadoria, adquirir uma máquina, ampliar seu negócio ou reforçar seu capital de giro, o impacto vai além daquela operação financeira.

O recurso se transforma em atividade econômica.

Fortalece negócios, preserva e gera trabalho, movimenta renda nas comunidades e permite que milhares de pessoas construam seu próprio caminho por meio do empreendedorismo.

É nesse sentido que falamos também em dignidade.

Não como consequência simplesmente de receber um empréstimo, mas da oportunidade de trabalhar, produzir, empreender e prosperar com autonomia.

Quando o mercado muda, nossa missão ganha ainda mais relevância

Em junho de 2026, superamos a marca de 26 mil clientes atendidos simultaneamente, alcançando a maior base da história da Credisol. Mais do que um recorde, esse resultado amplia nossa responsabilidade de estar ao lado de quem empreende, gera trabalho e renda e movimenta a economia real.

Em um cenário em que o acesso ao crédito se torna mais restrito para uma parcela da população, o Microcrédito Produtivo e Orientado reafirma seu papel como instrumento de inclusão produtiva e desenvolvimento.

E a Credisol reafirma o seu compromisso: fazer o crédito chegar de forma responsável a quem transforma recurso em trabalho, renda e dignidade.

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