Sábado 31 de Julho de 2010
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Credisol

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31/07/2010

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Histórico da Instituição

 

Sob o formato de Organização Não Governamental - ONG a CREDISOL - Instituição de Crédito Solidário teve seu processo de constituição iniciado na cidade de Criciúma - Santa Catarina em 27 de maio de 1999, através da primeira Assembléia de Constituição.

Este processo foi coordenado pela Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S/A. – BADESC, através de seu representante Sr. Sérgio Miroski e pela Sra. Maria Dal Farra Naspolini, então Vice-prefeita de Criciúma - SC. Contou ainda com a participação de entidades e lideranças das três microrregiões definidas como área de atuação da organização: AMREC – Associação dos Municípios da Região Carbonífera, AMESC – Associação dos Municípios da Região do Extremo Sul Catarinense e AMUREL - Associação dos Municípios da Região de Laguna.

Concluído o processo de aprovação do Estatuto Social pela Assembléia de Constituição e efetuado os registros necessários, foi inaugurada em 16 de dezembro de 1999, a CREDISOL - Instituição de Crédito Solidário, com sede na cidade de Criciúma – SC, tendo como objetivo disponibilizar crédito para microempreendimentos das três microrregiões citadas, localizadas no litoral sul de Santa Catarina, focando com prioridade os setores formal e informal da economia da região que não tinham acesso aos serviços financeiros disponibilizados pelo sistema financeiro tradicional. Com a criação da CASA DO MICROCRÉDITO em Tubarão - SC, no mês de junho de 2001, os municípios pertencentes à microrregião da AMUREL – Associação dos Municípios da Região de Laguna, passaram a ser atendidos por aquela Instituição.

A Credisol está disponível a qualquer empreendedor interessado em incrementar seu próprio negócio, com o mínimo de burocracia.

Até alguns anos, obter financiamento era sinônimo de uma série de procedimentos burocráticos, num longo e árduo percurso que, muitas vezes, poderia terminar com o fracasso do candidato ao empréstimo. Uma das principais exigências é o comprovante de renda, documento inexistente para os milhares de trabalhadores informais como costureiras, confeiteiros, pedreiros, pescadores e vários tipos de vendedores que, nem por isso, deixam possuir qualquer empresa.

A iniciativa volta a dar esperança para quem antes não tinha condições de realizar o sozinho do próprio negócio e também outros que se viram em dificuldades frente aos grandes desafios da macroeconomia.

Diminuir o grande número de pessoas que vivem à margem da economia formal. Este é o desafio que preocupa até mesmo nações como os Estados Unidos e, principalmente, os países em desenvolvimento. Uma das grandes alternativas para ajudar nesta luta contra o crescimento do número de excluídos sociais é o crédito popular, o microcrédito. Num país como o Brasil, em que apenas 30% dos habitantes possuem conta bancária, uma ampla parcela da população está ao largo da produção e do consumo, o que faz com que pouco mais de 20% dos brasileiros tenham acesso às linhas de créditos tradicionais. São pessoas que, no entanto, não deixam de ter suas alternativas de renda, algumas só não se desenvolvem mais por falta de dinheiro para investimento em equipamento e outros incrementos que um bom negócio exige. Por todo o mundo, multiplicam-se as experiências bem sucedidas com o microcrédito, nos países do Terceiro Mundo e nos países desenvolvidos que ainda possuem camadas da população vivendo na pobreza.

Contrariando as grandes premissas da economia mundial, a implantação das linhas de microcrédito segue uma cartilha um pouco diferente: a da solidariedade. Não se trata de assistencialismo ou empréstimo de dinheiro sem volta, já que a experiência mostra que o setor apresenta grandes possibilidades de lucro para quem se predispõe a financiar. A solidariedade está na possibilidade de se realizar financiamentos que levam mais em conta a confiança no candidato ao empréstimo do que suas reais possibilidades de pagá-lo. O crédito popular proporciona vitalidade e autonomia financeira a microempreendedores que, na dificuldade de conseguirem empréstimos oficiais, correm o risco de ser alvo fácil da agiotagem. Os programas de microcrédito espalhados pelo mundo têm como características comuns empréstimos no valor de R$ 1,5 mil, prazos curtos de amortização e juros do mercado. Os empréstimos são geralmente destinados a capital de giro, compra de equipamentos e mercadorias.

São sócios fundadores da CREDISOL, as seguintes entidades que compareceram à Assembléia de Constituição, em 27 de maio de 1999:

·    Associação Empresarial de Criciúma – ACIC;

·    Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro Empresas - SEBRAE/SC

·    Federação das Associações das Micro e pequenas Empresas de Santa Catarina – FAMPESC;

·    Câmara de Dirigentes Lojistas de Criciúma - CDL/CRICÍÚMA

·    Ordem dos Advogados do Brasil - OAB

·    Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC;

·    Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina – UNESC;

·    Prefeitura Municipal de Criciúma;

·    Prefeitura Municipal de Araranguá;

·    Prefeitura Municipal de São João do Sul;

·    Prefeitura Municipal de Nova Veneza;

·    Prefeitura Municipal de Jacinto Machado;

·    Prefeitura Municipal de Forquilhinha;

·    Prefeitura Municipal de Santa Rosa do Sul;

·    Prefeitura Municipal de Siderópolis;

·    Prefeitura Municipal de Urussanga;

·    Associação dos Municípios da Região Carbonífera – AMREC;

·    Associação dos Municípios do Extremo Sul de Santa Catarina - AMESC

·    Associação dos Municípios da Região de Laguna - AMUREL

·    Federação do Comércio do Estado de Santa Catarina – FECESC;

·    Sindicato dos Contabilistas de Criciúma - SINDICONT.

 

A CREDISOL atualmente esta composta pelos seguintes órgãos:

Assembléia Geral;

Conselho Diretor;

Conselho Fiscal, e

Diretoria Executiva.

 

Assembléia Geral

É o órgão soberano da associação, e se constituirá pelos associados em pleno gozo de seus direitos estatutários.

 

Conselho Diretor:

Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina – FAMPESC;

Associação dos Municípios da Região Carbonífera – AMREC;

Associação dos Municípios da Região do Extremo Sul Catarinense – AMESC;

Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina – UNESC;

Sindicato do Empregado no Comércio de Criciúma – SECCRI;

Associação Empresarial de Criciúma – ACIC;

Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC;

Prefeitura Municipal de Siderópolis

Ordem dos Advogados do Brasil – OAB – Secção de Criciúma;

Associação Empresarial de Araranguá - ACIVA;

Associação das Pequenas e Micros Empresas de Criciúma – AMPE.

 

Conselho Fiscal:

União das Associações de Bairros de Criciúma - UABC;

Sindicato dos Contabilistas de Criciúma - SINDICONT;

Associação das Pequenas e Micros Empresas de Araranguá - AMPE;

 

Diretoria Executiva:

A Credisol é administrada por uma Diretoria Executiva, nomeada pelo Conselho Diretor e composta pelos seguintes cargos:

Presidente do Conselho Diretor: Murialdo Canto Gastaldon.

Vice-presidente do Conselho Diretor: José Luiz Bezbatti.

Diretor Executivo: Júlio César C. Burigo.

 

A CREDISOL operou como organização não governamental até o mês de junho de 2002, quando foi reconhecida pelo Ministério da Justiça como OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, de acordo com a lei federal número 9.790 de 23 de março de 1.999, dando assim importante passo para a legalização de suas atividades, de acordo com a regulamentação vigente no país para as instituições que operam com microcrédito.

Sua sede está instalada à Av. Centenário, 4243 – Cep 88801-001 - em Criciúma – Santa Catarina, além de quatro Postos Avançados - PA, instalados nos municípios de Araranguá, Içara, Sombrio e Urussanga.

 

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